Quer trocar de celular? Veja estas dicas e acerte na escolha

Se você faz parte do grupo que adora acompanhar os lançamentos na área da tecnologia, é bom ficar atento


Muitas pessoas não chegam nem a conhecer todos os recursos do celular que possuem e, à primeira oferta de um aparelho mais moderno ou equipado, ficam tentadas a fazer a troca. Se você faz parte desse grupo que adora acompanhar os lançamentos na área da tecnologia, é bom ficar atento. Se pensar um pouco mais antes de consumir a última versão do mercado, poderá utilizar o dinheiro em algo muito mais útil, ou até fazer a troca alguns meses mais tarde, para conseguir um preço melhor no aparelho.

A primeira coisa a considerar, antes mesmo de colocar a mão no bolso, é se você realmente necessita daquelas funcionalidades que o novo celular oferece. Os recursos mais procurados, atualmente, são a tecnologia Wi-Fi, a rede 4G, o serviço de SMS, a câmera fotográfica e o Bluetooth. Mas é preciso se perguntar se o uso dessas ferramentas vai realmente facilitar a vida ou se você estará fazendo um gasto desnecessário, só por vaidade. O Bluetooth, em geral, é indicado para quem precisa atender ligações no carro com frequência, já que pode ser conectado ao rádio. O Wi-Fi e o 4G são ideais para quem necessita estar sempre conectado à internet, para checar e-mails e acessar redes sociais. Já o SMS pode ser útil para conversas curtas e objetivas. A câmera fotográfica, por fim, pode ser uma mão na roda para quem precisa fazer videoconferências, registrar documentos e por aí vai.

Também é importante comparar as funcionalidades do celular antigo com o novo. “Muitas vezes, o que muda é só o design. Nesse caso, o melhor é economizar com a troca e investir em uma capa protetora diferenciada. Existem diversos modelos e cores”, aconselha Everton Lima, educador financeiro da DSOP.

O que cabe no seu bolso

Tão importante quanto escolher um celular que atende às suas necessidades, sem muito luxo, é avaliar as suas condições financeiras de pagar pelo aparelho, mesmo que em várias vezes. “Em primeiro lugar, considere a soma de todas as suas dívidas parceladas, que não pode ultrapassar 20% da sua renda mensal, contando com essa nova aquisição”, ensina o educador financeiro Mauro Calil, da Academia do Dinheiro.

Depois, compare o preço a prazo com o valor à vista. Na maioria das vezes, vai descobrir que vale a pena esperar um pouco mais e juntar o dinheiro todo. “Um aparelho que custa R$ 1,2 mil à vista pode ser vendido a prazo por uma entrada de R$ 120 mais 18 parcelas de R$ 90, totalizando R$ 1.740,00, ou seja, 45% a mais do que o valor inicial”, alerta o especialista.

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